
Wilma vem a Assu e forma palanque com Ivan Junior e Fátima Moraes

Ontem á noite, a governadora Wilma de Faria juntou no mesmo palanque em que foi apresentado o espetáculo teatral Auto de São João Batista, o atual prefeito Ivan Júnior (PP) e a sua assessora especial, Fátima Moraes, ferrenhos adversários políticos na eleição passada.
Depois, Wilma fez elogios rasgados ao prefeito Ivan Júnior. Falou que o prefeito é muito simpático e está começando bem a administração.
Wilma está repetindo história recente quando reuniu adversários como o ex-prefeito Ronaldo Soares, Fátima Moraes e Zé Maria, fazendo promessa de parceria e prometendo ajudar na reforma do mercado público do Assu. O resultado todo mundo sabe como foi.
ASSIM FALOU:
Não vou responder a Garibaldi. Estamos conversando com o PMDB e quem sabe o partido estará unido com o PSB em 2010.’
WILMA DE FARIA
Governadora, ontem em Mossoró, evitando responder as críticas lançadas pelo senador Garibaldi Filho.

Prefeito Flávio Veras, "o município de Macau tem 15 milhões em caixa", será???
Mais uma do Prefeito de Macau Flávio Veras, na semana passada, quando viajou à Argentina e passou o governo para seu vice Prefeito Aluizio Farias, em seu discurso Flávio bradou aos quatro ventos da cidade que o município ia muito bem e, tinha 15 milhões em caixa.
Lula e Sarney são bons companheiros desde 2003. Nesta semana, viraram comparsas.
FRASE
Senador Renan Calheiros, feliz com a certeza de que Lula, para absolver companheiros pecadores, topa transformar qualquer prontuário em folha de serviços prestados à pátria.

ESSE BRASIL DO SENADO É O BRASIL DOS POLITICOS BRASILEIROS, REAGE BRASIL!
hê,hô, hô vida de gado povo marcado hê, povo infeliz!
Realmente, as coisas pras bandas de macau não mudam. é triste ver como o povo é vendido a cada eleição, sem que parta uma reação seja de onde for.
Para fazer justiça, e bom lembrar que Flávio não é o primeiro a meter de goela a dentro do povo, (diga-se de passagem, com o consentimento do próprio povo), candidaturas que nada tem a ver com a a história nem com os interesses da cidade.
como é triste ver tantos pucha-sacos pra receber o senhor Lauro Maia, nome totalmente estranho, sem nada pra oferecer pra cidade, mas com certeza pra oferecer pra alguns poucos.
ACORDA MACAU, E LIBERTA-SE DE CADUCA ESCRAVIDÃO!

BOSCO NA DISPUTA!
Em macau começa a ganhar corpo, o nome do macauense Bosco Afonso Presidente da Urbana em Natal, como provável candidato a Prefeito em 2012. Do meu canto eu digo: Bosco é competente, preparado e ama Macau. com certeza ele eleva o nível da disputa, torcemos que vá adiante.
BOSCO NA DISPUTA II
Ainda sobre esse projeto para 2012, Bosco tem experiência de sobra para não se iludir com a ilusória esperança de contar com o apoio do prefeito Flávio, e assumir logo uma lacuna que está cada vez mais vizivel em macau que é a ausência sentida de uma bandeira de oposição ao atual governo.
ZÉ PRA DEPUTADO
Fala-se também no nome do ex-prefeito José Antonio Menezes, como candidato da terra a Deputado Estadual, a verdade é que ou zé assume que é político e assume a responsabilidade de liderar aqueles que ainda seguem a sua liderança, ou de fato em bem pouco tempo ele será mesmo um ex-político. quanto a candidatura. É mais do que legítima.
A ROSA PRA DEPUTADA
A expectativa também é grande na terra das salinas, quanto a decisão da vereadora Odete Lopes de aceitar ou não o convite para ser a representante de macau na disputa por uma cadeira na Assembléia Legislativa. (A rosa) surgiu em 1996 como o novo na política de macau e ainda tem tudo pra ser, mas pra isso precisa agir logo e retomar o projeto que não é só dela mas de muitos que viam nela capacidade e guarra para liderar os destinos da terrinha.
EM ASSU O NEGÓCIO PEGA FOGO!
já pras bandas do Assu a boca é mais quente, pois o jacaré (Ronaldo Soares), não perde o apetite e tá botando quente pra cima da sua criatura (pois foi ele quem criou) o prefeito Ivan Junior, talvez alguns políticos de macau deveriam dá uma passadinha em assu, pra vê que política não se faz com omissão ném sobre um muro.

Um DVD com cenas que somam 10 minutos do filme Lula, o Filho do Brasil foi exibido no meio da semana, em auditórios improvisados na Câmara e no Senado, a platéias compostas por parlamentares da base alugada. “A parte que me foi entregue por um produtor é realmente emocionante e fez com que todos que estavam na sala chegassem às lágrimas”, contou o deputado Eduardo Cunha, do PMDB do Rio.
Ainda sob o impacto da nomeação do afilhado Luiz Zelada para a diretoria internacional da Petrobras, Cunha não resistiu aos momentos dramáticos da sessão de cinema. “Também chorei muito”, murmurou. Mas nenhuma alma pareceu tão dilacerada quanto a do deputado Henrique Eduardo Alves, do PMDB do Rio Grande do Norte. Foi dele o pranto mais comovido, garantiram os companheiros de platéia.
Se o filme é bom ou ruim, logo se saberá. Mas foi bonito saber, no Dia dos Namorados, que no peito da bandidagem do Congresso também bate um coração.
Para Ciro, candidatura em SP é "fofoca forte"
O deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) chamou de "fofoca forte" a cogitação de uma eventual candidatura sua ao governo de São Paulo e afirmou que o presidente Lula erra ao pensar que sua popularidade vai se transformar em votos para a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) em 2010.
"A avaliação dele [Lula] sobre 2010 está errada. Ele está pensando: "Eu tenho 70% de aprovação, eu digo que a Dilma será minha candidata e terá 70% dos votos". Eu digo que o povo vai dar 25% para a Dilma e, a partir daí,
Para defender os rolos de José Sarney, Lula disse: "Ele não é uma pessoa comum".
Claro que não é. Só uma pessoa incomum pode nomear tantos parentes em cargos públicos ao seu bel prazer.
"Do discurso de ontem do presidente [José] Sarney ficou uma imensa frustração, de ver meu chefe do Senado, aquele que é responsável pelos fatos que aqui acontecem, dizer que o problema é do Senado, como se dissesse: 'eu não tenho nada a ver com isso'". Foi o que disse o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) nesta quarta-feira (17), referindo-se ao pronunciamento que o presidente Sarney fez, da tribuna, no dia anterior, sobre a crise por que passa a instituição. Para Cristovam, "a responsabilidade em primeiro lugar é do presidente, em segundo lugar dos membros da Mesa" e em terceiro lugar de todos os senadores.
Cristovam disse esperar que o presidente Sarney anunciasse, no discurso, "a decisão clara de uma investigação independente", feita por especialistas "com a credibilidade que hoje falta" a todos os senadores. Disse que faltou ao presidente do Senado afirmar que, caso essas investigações independentes apontem servidores culpados, a punição será imediata. E que, se houver senadores envolvidos, esse envolvimento seja apurado em processo de decoro parlamentar.
- Eu, pessoalmente, duvido muito que apenas os servidores assumam essa responsabilidade - afirmou.
Cristovam disse esperar que o presidente, com a experiência que tem, não ficasse apenas na crítica "a essa lama que hoje aparece sobre nós", mas que analisasse também "as engrenagens enferrujadas" que impedem que o trabalho do Congresso satisfaça a opinião pública. Para Cristovam, o presidente deveria propor mudanças no funcionamento e na cronologia dos trabalhos do Senado, "para que esta sala estivesse cheia todos os dias da semana pelo menos durante determinadas horas desses dias".
O senador informou ter recebido grande quantidade de mensagens eletrônicas e também ter visto muitas notícias na internet que "são praticamente unânimes em dizer que o discurso feito ontem pelo presidente não satisfez a inquietação, a indignação e até a raiva que a opinião pública brasileira vive hoje".
TÁ NO BLOG POEIRA DO SAL
Artigo: A Ponte da Gente! A gente quem "cara pálida"?
Postado em: 20/04/2009 - 10:50 | Por: Maxwel Almeida
"A Constituição Federal de 1988 determinou nos artigos 182 e 183 as responsabilidades dos municípios nacionais com relação ao problema do Planejamento Urbano. No ano de 2001, através da Lei No.10.257/01, aprovada no Congresso Nacional, que leva o nome de Estatuto da Cidade, os artigos da Constituição foram regulamentados, de forma que os municípios dispõem hoje de um instrumento legal de grande relevância para atender as necessidades de planejar e organizar o crescimento das pequenas, médias e grandes cidades do País.
O município de Macau, mesmo com sua antiga área urbana limitada pelos diversos elementos hídricos que compõe o estuário do Rio Assú/Piranhas e pelas águas produtivas das Salinas, expandiu o seu perímetro atingindo as localidades mais próximas da sede, tais como: Cohab, Alcanorte, Salinópolis e por último, através de Lei Municipal aprovada pelo legislativo, à localidade de Ilha de Santana.
Baseado nas recomendações estabelecidas nestes organismos de Planejamento Municipal e sabedor que atualmente está se promovendo uma grande intervenção urbana no município, que é a Construção da Ponte de concreto que ligará o centro da cidade ao bairro de Ilha de Santana, digo bairro pois a localidade faz parte do novo perímetro urbano, embora saibamos que para se tornar um bairro de forma legal há a exigência da aprovação de uma lei delimitando os espaços e ordenando a área ocupada, refuto algumas preocupações que no momento me parece pertinente e merecedora de uma reflexão pelas autoridades constituídas, e certamente passíveis de responsabilidades, sobre as providências e preocupações que deverão ser tomadas para o aproveitamento dos benefícios promovido pela construção da obra d’arte ora em andamento.
Quais são os verdadeiros benefícios após a conclusão da obra? Fala-se muito na ligação que será permitida com o sistema viário ligando a cidade de Porto do Mangue, interligando-se através da RN-221 até a fronteira do Estado do Ceará, passando por Areia Branca e Grosso, permitindo assim uma maior integração ao Pólo Turístico, denominado de Pólo da Costa Branca, entretanto, para se alcançar tais objetivos se faz necessário a construção de mais outra Ponte, desta feita, sobre o Rio dos Cavalos, a altura do Povoado de Imburanas com extensão de mais de cento e trinta metros. Na verdade não podemos negar a possibilidade de ser realizado tal evento, mas para utilizar esta premissa como verdadeira é preciso que haja os sinais plausíveis da vontade política de que este instrumento de intervenção urbana, atenda num futuro bem próximo tal intento.
No nosso entendimento, que parece bastante óbvio, a construção desta ponte irá permitir de imediato a expansão urbana da cidade de Macau e o melhoramento do escoamento dos produtos das indústrias em funcionamento na Imburanas e Ilha de Santana, e é onde pretendemos, através deste artigo, ressaltar a importância do planejamento urbano para esta nova área que será beneficiada e valorizada com o funcionamento da Ponte.
É evidente que a preocupação com um novo traçado de rua e espaços urbanos deverão ser observados, de modo que não tenhamos um emaranhado de problemas nesta nova área; que a especulação imobiliária não seja permitida, embora saibamos que inevitavelmente os imóveis ali existentes receberão uma valorização natural; que os espaços para os equipamentos de serviços sejam preservados conforme prevê a legislação vigente; que os elementos de desenvolvimento previstos, recebam o tratamento de sustentabilidade, principalmente o melhoramento das industrias ora instaladas, que serão motivadas para o seu crescimento devido a criação deste novo acesso e finalmente que os habitantes nativos recebam um tratamento diferenciado no que diz respeito ao apoio de permanecer no seu “habitat”, considerando que as modificações que poderão ocorrer na localidade, serão de grande proporções e poderão acarretar fortes impactos na maneira de vida de cada um morador.
De uma forma geral o que pretendemos apresentar através deste artigo, é que o entusiasmo e a motivação que no momento permeia a nossa cabeça e nosso coração, em ver algo tão importante e significativo ser implementado, não provoque o esquecimento da importância do tratamento adequado e os cuidados com o planejamento da nova situação, sob pena, de que assim não procedendo, tenhamos no futuro os transtornos inerentes a tanto outros que, devido à falta de compromissos com as causas públicas, muitas das vezes, tem promovido uma verdadeira frustração nas expectativas de melhoria na qualidade de vida de muitas comunidades."

Haroldo Martins-Engenheiro Civil com especialização em Gestão Pública Municipal
A edição de fim de semana do JORNAL DE HOJE traz o anúncio da possível formação de uma poderosa aliança política, reunindo a prefeita MICARLA DE SOUZA e os deputados ROBINSON FARIAS, ROGÉRIO MARINHO e JOÃO MAIA.
Sem falar em mim – para quem muitos olham como um finado – estão fora da aliança, pelo menos, a Governadora WILMA, os Senadores GARIBALDI FILHO, JOSÉ AGRIPINO e ROSALBA CIARLINI, os deputados federais SANDRA ROSADO, FELIPE MAIA e BETINHO ROSADO.
Embora a notícia do JORNAL DE HOJE procure demonstrar a inteira compatibilidade nos projetos políticos daqueles importantes líderes do Estado, deixa de considerar algumas dificuldades que, mesmo tendo solução, embaraçam a conclusão do projeto sem arranhões.
Um dos problemas é a questão nacional: quem é o candidato dos quatro? A prefeita MICARLA é, sem dúvida, quem tem maior liberdade de decisão nessa matéria – ela pode aprofundar ligações com o Palácio do Planalto em face de interesses legítimos de sua administração ou vir a apoiar o candidato presidencial do PSDB, hipótese que tem bastante peso no seu partido.
Com os outros, é um pouco mais complicado. No momento, todos três integram a base de apoio ao Presidente Lula, embora o deputado Rogério Marinho tenha de mudar de posição para ingressar no PSDB e assumir ali uma posição de comando. Isso coloca o deputado Rogério Marinho, ao lado da prefeita, numa confortável posição para optar por um candidato presidencial. Com uma diferença: a prefeita pode optar um pouco mais adiante. Rogério é obrigado irremediavelmente a optar agora, se realmente decidir filiar-se ao PSDB.
No caso dos deputados João Maia e Robinson Farias é diferente. Contando com o mandato do deputado Fábio Farias, são três mandatos em jogo dentro de partidos que hoje apóiam o governo do presidente Lula e que manifestamente tendem a manter a sua posição alinhada com o projeto presidencial de sucessão.
Mas, não são problemas insolúveis. Caso resolvam sair, ou precisem sair da base de sustentação do governo federal, Robinson, Fábio e João Maia têm bastante força política dentro dos partidos que estão sob seu comando no Rio Grande do Norte e poderão negociar a liberação das suas posições com os dirigentes nacionais dessas agremiações.
Também é preciso ver qual será a reação dos outros: a aliança anunciada pelo JORNAL DE HOJE estaria nascendo totalmente dentro do sistema comandado pela governadora do Estado (com a óbvia exceção do deputado Rogério Marinho). Isso retira dela o comando da sua própria sucessão, jogando no seu colo um senhor problema político para resolver.
Ainda restará saber como o comando de cada um dos dois pólos políticos em que deverá estruturar-se a sucessão presidencial vai querer formatar as suas próprias alianças no Rio Grande do Norte.
É esperar.
Canções que marcaram cada ano
dos últimos cem anos
Cem canções por ano, com videoclip no You Tube
(a partir de 1935)
Clique para ver e ouvir!
Fonte: Arquivinho
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